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MULHER PRESENTEIA O MARIDO COM 365 DIAS DE SEXO!!!!

14 de Janeiro de 2010 Deixe o seu comentário

Quando um homem casado, Brad Muller, fez 40 anos, a sua mulher Charla decidiu dar-lhe uma prenda a sério.

E a prenda foi nada mais, nada menos que 365 dias de Sexo!

LOL! Eu fico só a pensar como a senhora teve essa ideia. Mas pode-se dizer que foi “O Presente” da vida do senhor.

Charla e o seu marido
Charla e o seu marido. Curte só o sorrisão do senhor! Depois de um ano de sexo, quem não teria!?

Todo o dia, ano inteiro, feriado ou não, o senhor tinha direito a uma noite de sexo. E com a mulher!!!! Não havia saltar fora da relação.

Assim, o presente foi sendo praticado durante todo um ano inteiro. No meio do muito divertimento, festa e tal, Charla Muller aproveitou para escrever um livro: “365 Nights: A memoir of Intimacy”, ou “365 noites: Resgatando o sexo no casamento”, versão portuguesa.

Livro 365 noites vende como pipoca
Livro 365 noites vende como pipoca

No Brasil, o livro pode ser comprado aqui na Editora Prumo.

365 noites
Resgatando o sexo no casamento

Selo: Conhecimento
Autor: Charla Muller e Betsy Thorpe
ISBN: 9788561618797
EAN: 9788561618797
Formato: 14×21
Nº de páginas: 240
Preço: R$ 31,90

Numa entrevista ao UOL Tablóide, Charla Muller respondeu assim:

Editor do UOL Tablóide – De onde veio a idéia de presentear seu marido com um ano de sexo diário?
Charla Muller
– Meu marido ia completar 40 anos e eu queria dar a ele algo especial – algo que somente eu pudesse fazer. Então, “O Presente” era realmente perfeito! (risos) Quarenta é um número especial: uma mulher fica grávida por 40 semanas, Noé esteve na arca por 40 dias etc.

Editor do UOL Tablóide – Qual foi a reação do seu marido? Será que ele não desconfiou de que este presente era mais para você do que para ele?
Charla
– No começo, ele não aceitou. Talvez ele achasse que eu não estivesse à altura do desafio (ou secretamente talvez ele achasse que ele mesmo não estava à altura do desafio). Mas não desistiu: ele sabia que era um presente especial para ele.

Editor do UOL Tablóide – Você e seu marido fizeram sexo diariamente por um ano, e agora você escreveu um livro sobre isso. Você não se sente exposta?
Charla
– Não, e aqui está o porque: este não é um livro sobre sexo. Este é um livro sobre casamento e criar filhos. E trabalhar e tentar imaginar como manter um ótimo casamento. O que nós descobrimos foi importante demais para não ser compartilhado!

A autora do livro, também tá contente. Se calhar é um boa sugestão. Fazer sexo todo os dias.

Editor do UOL Tablóide – Houve alguma noite em que você pensou: “Ai, não, de novo, não!”?
Charla
– Sim! É claro!

Editor do UOL Tablóide – E como você lidou com isso?
Charla
– Eu fiz, e foi ótimo, e eu fiquei muito satisfeita por ter feito!

Editor do UOL Tablóide – Que conselhos você pode dar a garotas que querem ser tão incansáveis quanto você?
Charla
– Dou conselhos no livro. Concordo, um ano é MUITO tempo, mas acho que as pessoas deveriam conversar sobre agendar o sexo, compreender quando fazer e então fazer acontecer! Elas não vão se arrepender!
Esta entrevista é um apenas um excerto. Todas as perguntas estão disponíveis no UOL Tablóide. Vale a visita!

Charla já tem site oficial para vender o livro.

Charla e o marido têm agora um bónus extra no salário, que são as vendas do livro. O sucesso foi tão grande que Charla irá até ao programa Oprah nos Estados Unidos
Charla e o marido têm agora um bónus extra no salário, que são as vendas do livro. O sucesso foi tão grande que Charla irá até ao programa Oprah nos Estados Unidos

365 dias de sexo…

FONTE: http://www.osdeusesdevemestarloucos.com/index.php/2009/05/prenda-original-365-dias-de-sexo/

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Mulheres Infiéis

12 de Janeiro de 2010 Deixe o seu comentário

Um chavão insiste em que o sexo masculino trai mais do que o feminino. Não é o que mostra esta reportagem: sob a condição de anonimato, a maioria das entrevistadas revela que a libido está ganhando de valores como segurança e fidelidade

Melissa Diniz

Tudo começa com um olhar sedutor e uma gentileza gratuita, como segurar a porta do elevador para você entrar. Em seguida, vem um elogio. Pode ser sutil, quase inocente. Ou desconcertante. Seja como for, uma boa cantada melhora o astral de qualquer mulher, inclusive das comprometidas. Algumas disfarçam, fingem que nada aconteceu. Outras aproveitam a deixa para viver uma tórrida aventura sexual. “Sentir atração por outro homem, mesmo tendo parceiro, é totalmente natural. A paquera é muito saudável para circular a libido e erotizar a vida. Se, a partir daí, vai acontecer alguma coisa e se isso implicará conflito, depende da mulher e do acordo entre os parceiros”, afirma Vera Furia, mestre em psicologia clínica pela PUC-SP e autora do livro Mulher, Arquivo Confidencial (Ed. Arx).

Na opinião de Vera, sentir-se desejada ou atraída por outro pode apimentar a vida a dois. “Ninguém consegue ficar apaixonado para sempre. O flerte pode trazer de volta o encanto e enriquecer a relação”, diz.

Tesão e carência

Para a psicanalista e terapeuta de casais Léa Michaan, pós-graduada em psicoterapia psicanalítica pela USP, além de excitante, a paquera funciona como válvula de escape para aliviar tensões. “Devido à carga moral presente em nossa cultura, é comum as mulheres se culparem ao sentir atração por outro que não seja o companheiro oficial, mas trocar olhares não faz mal a ninguém. Pode até consistir numa fonte de energia extra”, afirma.

O problema é transferir para o flerte a carência afetiva, passando a buscar em outros homens o que queria receber do marido ou namorado. “Mulheres que usam a paquera de forma compulsiva para satisfazer sua insegurança emocional ficam cada vez mais insatisfeitas e acabam se machucando”, alerta Vera Furia.

Como saber, então, quando vale a pena se entregar completamente ou frear os impulsos? Não há manual para isso, mas refletir ajuda. “Ponha na balança seu desejo, as regras da sua relação, os riscos que corre e como lidará com eventuais sentimentos de culpa. Não é a atração que faz alguém ser irresponsável, e sim agir sem pensar nas consequências”, diz Vera.

Léa Michaan concorda que só a escolha consciente vale a pena. Assim, a mulher não se arrepende por ter recuado – e deixado escapar aquele homem imperdível – nem se corrói de culpa por ter experimentado uma paixão fugaz. “Tente descobrir o que a faz feliz, seja como for. O pior é querer dar uma de liberal ou de puritana quando na realidade não é”, aconselha.

O papel da fantasia

“Há três anos, conheci um homem pela internet. Na época, meu casamento, de cinco anos, não ia bem e o amigo virtual me cobria de elogios, falava tudo que queria fazer comigo e aquilo aguçava meu desejo. Então, descobri que meu marido estava tendo um caso. Parei de me sentir culpada pelo romance no computador e me separei. Mas, quando íamos nos divorciar, resolvemos tentar de novo. A partir daí, nossa relação mudou. Tivemos outro filho e revelei a ele minhas fantasias. Hoje nossa vida sexual é maravilhosa. Parece loucura, mas a traição dele e minha paquera virtual foram a melhor coisa que nos aconteceu!”
SOFIA*, 27 ANOS, CASADA, SECRETÁRIA, DE SÃO PAULO

Diversão sem culpa

“Separo sexo de amor e, mesmo comprometida, não dispenso uma oportunidade de me divertir. Apesar de gostar muito do meu ex-namorado, não deixei de ficar com outros enquanto estávamos juntos. Um dia, transei com um colega de trabalho na sala de aula depois que os alunos já tinham ido embora. Ele veio com uma cantada direta: ‘Você me atrai por ser baixinha. Parece carinhosa e boa de cama. Quer transar comigo?’ Aceitei e foi delicioso. Não me senti culpada, mas já tive medo de ser descoberta porque odeio briga.”
MÁRCIA*, 35 ANOS, SOLTEIRA, PROFESSORA, DE MANAUS

Paixão e divórcio

“Meu casamento de 18 anos estava em crise, mas eu nunca tinha traído. Há dois anos, era chefe em uma empresa e percebi os olhares de um de meus subordinados, um rapaz de 23 anos. Ele foi se aproximando aos poucos até se declarar. O interesse de um homem mais novo me animou. Comecei a me arrumar mais, entrei na academia… Embora o desejo fosse grande, pensava nos meus dois filhos, hoje com 13 e 17 anos, e me sentia culpada. Não consegui resistir. Levei nove meses para ter coragem de pedir o divórcio. Não foi fácil. Os meninos sofreram e eu passei por alguns problemas financeiros e emocionais, mas não me arrependo. Continuo namorando – estamos juntos e felizes com planos de casar e até de ter filhos”.

RAQUEL*, 39 ANOS, SEPARADA, GERENTE DE RELACIONAMENTO, DE SÃO PAULO

Fidelidade ao amante

“Sou casada há nove anos. Sexo não é importante para meu marido. Já para mim, sim, e essa diferença pesou. Como ainda existe carinho, não me separei, mas me apaixonei pelo dono de uma loja vizinha à minha. Ele é japonês, não resisto! Comecei a frequentar o local e, percebendo meu interesse, ele passou a retribuir as visitas. Soube que era casado e tentei me conter. Quatro meses depois, iniciamos um caso, que já dura mais de um ano. O problema é que apareceu outro comerciante que está me paquerando: tem 29 anos, é solteiro e lindo! Mas sou fiel ao meu amante. Se ele descobre, termina tudo comigo, e eu não suportaria.”
BÁRBARA*, 31 ANOS, CASADA, LOJISTA, DE SÃO PAULO

Safado e perigoso

“Namoro há quatro anos e nossa relação é calma demais. Gosto da sensação de perigo. E quem me faz sentir isso é um cliente da empresa em que trabalho. Há três meses, ele me ligou assim que saiu do escritório. Disse que fazia tempo estava de olho em mim e queria me encontrar. Desde então, nos vemos sempre. Ele é casado e sabe que sou comprometida, mas essa situação só esquenta o clima. Adoro me sentir desejada e não resisto a um cara safado!”
LETÍCIA*, 25 ANOS, SOLTEIRA, AUXILIAR DE ESCRITÓRIO, DE SÃO PAULO

Busca de valorização

“Eu me casei há 14 anos, apaixonada. Nunca desconfiei do meu marido. Quatro anos atrás, descobri que ele me traía. Foi um baque e decidi me separar. Após três meses, meu filho de 7 anos pediu que eu deixasse o pai voltar. Consenti, mas minha autoestima estava abalada e, na mesma época, outro homem se aproximou. Era ótimo me sentir atraente de novo e me deslumbrei. Fiz lipo, plástica e alonguei os cabelos. Mas nossa química não bateu: o beijo e o sexo não me fisgaram, senti falta de intimidade. Terminei o caso. Depois, meu marido passou a me valorizar, embora ele nunca tenha desconfiado de nada.”
ELAINE*, 35 ANOS, CASADA, ASSESSORA POLÍTICA, DE SÃO BERNARDO DO CAMPO (SP)

Sensação de poder

“Antes de casar, quando já namorava fazia dois anos, me envolvi com um policial militar, casado. Fiquei louca por aquele rapaz lindo e fardado. Adorava os telefonemas escondidos, os elogios sensuais. Eu me sinto poderosa quando sou paquerada. A relação terminou com o tempo e eu casei com meu namorado – o PM até foi ao casamento, com a esposa e os filhos. Acabei me separando por outros motivos, mas não me arrependo desse caso. A felicidade é feita de momentos como aqueles que vivemos juntos.”
FERNANDA*, 31 ANOS, DIVORCIADA, EMPRESÁRIA, DE SÃO PAULO

Segurança acima de tudo

“Nunca tive coragem de trair porque vai contra meus valores, mas o fato de já ter sido traída pelo meu marido me deixou aberta aos flertes. Sou casada há 17 anos e nossa relação está desgastada. Não recebo elogios nem me sinto amada. Isso me faz falta. Certa vez, há uns três anos, um paciente do meu consultório demonstrou que queria algo mais. Ele tinha uns 58 anos, era casado, cheiroso e muito rico. Dizia que eu era a mulher mais bonita e inteligente que conhecia. Se fosse seguir meus impulsos, teria rolado ali mesmo, mas sabia que ele nunca deixaria a esposa para ficar comigo e não sou liberal a esse ponto. Além disso, tenho um filho de 14 anos e achei que não era certo. Até hoje ele me liga. Nunca cedi. É muito bom me sentir desejada, mas preciso de segurança. É só por isso que ainda não me separei.”

MARIA DAS DORES*, 43 ANOS, CASADA, DENTISTA, DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO (SP)

Sexo sem compromisso

“Meu namorado é bem mais velho que eu e nos damos muito bem. Mas permaneço aberta a novas possibilidades. Um tempo atrás, estava no avião e um rapaz interessante puxou conversa. Quando pousamos, me ofereceu carona. Acabamos no motel. Foi ótimo e nunca mais o vi. Não estou a fim de manter um caso, mas não recuso sexo sem compromisso.”
ELKE, 28 ANOS, SOLTEIRA, ANALISTA DE MARKETING, DE GOIÂNIA

*Todos os nomes foram trocados a pedido das entrevistadas

Realização Noris Martinelli/Produção Sylvia Radovan/
Revista Claudia.abril 

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NAMORE UM BARRIGUDINHO!!!

10 de Janeiro de 2010 Deixe o seu comentário

"SARADÃO VS. BARRIGUDINHO"

Tenho um conselho valioso para dar aqui: se você acabou de conhecer um rapaz, ficou com ele algumas vezes e já está começando a imaginar o dia do seu casamento e o nome dos seus filhos, pare agora e me escute! Na próxima vez que encontrá-lo, tente disfarçadamente descobrir como é sua barriga.

Se for musculosa, torneada, estilo `tanquinho´, fuja! Comece a correr agora e só pare quando estiver a uma distância segura. É fria, vai por mim.

Homem bom de verdade precisa, obrigatoriamente, ostentar uma barriguinha de chopp. Se não, não presta. Estou me referindo àqueles que, por não colocarem a beleza física acima de tudo (como fazem os malditos metrossexuais), acabaram cultivando uma pancinha adorável. Esses, sim, são pra manter por perto. E eu digo por quê.

Você nunca verá um homem barrigudinho tirando a camisa dentro de uma boate e dançando como um idiota, em cima do balcão. Se fizer isso, é pra fazer graça pra turma e provavelmente será engraçado, mesmo. Já os `tanquinhos´ farão isso esperando que todas as mulheres do recinto caiam de amores – e eu tenho dó das que caem. Quando sentam em um boteco, numa tarde de calor, adivinha o que os pançudos pedem pra beber? Cerveja! Ou coca-cola, tudo bem também. Mas você nunca os verá pedindo suco. Ou, pior ainda, um copo com gelo, pra beber a mistura patética de vodka com `clight´ que trouxe de casa.

E você não será informada sobre quantas calorias tem no seu copo de cerveja, porque eles não sabem e nem se importam com essa informação. E no quesito comida, os homens com barriguinha também não deixam a desejar.

Você nunca irá ouvir um ah, amor, `Quarteirão´ é gostoso, mas você podia provar uma `McSalad´ com água de coco. Nunca! Esses homens entendem que, se eles não estão em forma perfeita o tempo todo, você também não precisa estar. Mais uma vez, repito: não é pra chegar ao exagero total e mamar leite condensado na lata todo dia! Mas uma gordurinha aqui e ali não matará um relacionamento. Se ele souber cozinhar, então, bingo! Encontrou a sorte grande, amiga. Ele vai fazer pra você todas as delícias que sabe, e nunca torcerá o nariz quando você repetir o prato. Pelo contrário, ficará feliz.

Outra coisa fundamental:

Homens barrigudinhos são confortáveis!

Experimente pegar a tábua de passar roupas e deitar em cima dela. Pois essa é a sensação de se deitar no peito de um musculoso besta. Terrível!

Gostoso mesmo é se encaixar no ombro de um fofinho, isso que é conforto. E na hora de dormir de conchinha, então? Parece que a barriga se encaixa perfeitamente na nossa lombar, e fica sensacional.

Homens com barriga não são metidos, nem prepotentes, nem donos do mundo.

Eles sabem conquistar as mulheres por maneiras que excedem a barreira do físico. E eles aprenderam a conversar,a ser bem humorados, a usar o olhar e o sorriso pra conquistar. É por isso que eu digo que homens com barriguinha sabem fazer uma mulher feliz.

CARLA MOURA
PSICÓLOGA, ESPECIALISTA EM SEXOLOGIA

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